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Operação da polícia mira funcionários da Copasa suspeitos de desvio 

De acordo com a polícia, 52 pessoas são investigadas; 4 funcionários públicos foram afastados 

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Durante a investigação, mais de 100 imóveis foram identificados
Durante a investigação, mais de 100 imóveis foram identificados • Agência Minas/ reprodução

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpre, nesta quinta-feira (1º), 24 mandados de busca e apreensão e quatro afastamentos de cargos públicos em Montes Claros, no Norte de Minas, contra suspeitos de participar de um esquema de fraude no sistema da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), para ligação de água.

Ao todo, 52 pessoas são investigadas, dentre funcionários e contratados de empresas terceirizadas. Durante a investigação, mais de 100 imóveis foram identificados por ligação irregular e alguns até por suspeita de furto de água. Mais informações serão repassadas à imprensa no fim da manhã de hoje em coletiva de imprensa.

A Copasa informou que emitiram 56 ordens de serviço para substituição de hidrômetros que "serão enviados para aferição e verificação de eventual fraude."

“O furto de água e as ligações clandestinas trazem para a gente um prejuízo não só financeiro, mas um prejuízo do ponto de vista da operação do sistema como um todo porque estamos projetados para atender a uma determinada demanda e, normalmente, essas ligações clandestinas têm um hábito de consumo excessivo - o que causa todo um desconforto e um distúrbio na nossa prestação de serviço”, explicou o diretor de Relacionamento com o Cliente e Regulação da Copasa, Cleyson Jacomini de Sousa.

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