O velório de Guilherme Justino Teotônio, de 33 anos, que estava em um Audi A3
Conforme o Boletim de Ocorrência (BO), durante a madrugada de terça-feira (3), Guilherme estava na companhia de uma mulher quando o autor do crime chegou em um Fiat Punto e esbarrou, de forma proposital, na traseira do Audi.
Guilherme desceu do carro para verificar o que havia ocorrido. Ao se aproximar da porta, o motorista do Punto iniciou os disparos, saiu do veículo e continuou atirando mesmo após a vítima cair no chão.
A passageira que estava com Guilherme no Audi, também de 33 anos, saiu do veículo e se escondeu em uma borracharia.
A noiva da vítima relatou à polícia que, antes do crime, ele recebeu uma ligação da passageira solicitando um encontro para o pagamento de uma dívida de R$ 425 mil.
Por outro lado, o irmão da vítima chegou ao local exaltado, acusando a passageira diretamente pelo homicídio e alegando que ambos eram envolvidos com agiotagem.
A mulher foi conduzida pela polícia como suspeita e admitiu ter ficado com o celular da vítima antes de fugir para a borracharia. Ela só entregou o aparelho após ser questionada pelos militares.
A polícia identificou ainda um registro anterior no Disque-Denúncia (DDU) relatando que a mulher estaria sendo torturada por Guilherme e por outros dois homens armados.
O celular de Guilherme foi apreendido para investigação. Até o fechamento desta reportagem, nenhum suspeito havia sido preso.