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Casal de idosos morto a facadas em BH será sepultado nesta quarta (1º)

Os corpos de Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, foram encontrados pelo filho

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Advogado Claudio Atala Inacio, 75 anos, e a esposa dele, Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inacio, de 76 • Reprodução

Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, serão sepultados na tarde desta quarta-feira (1º) no Cemitério Parque da Colina, na Região Oeste de Belo Horizonte. Os corpos do casal foram encontrados no começo da tarde desta terça-feira (30) no apartamento onde os dois moravam, no bairro São Pedro, Região Centro-Sul de BH.

Os dois foram mortos com pelo menos 24 facadas nesta segunda-feira (29). O sobrinho, Henrique Maciel, acredita que os tios possam ter sido vítimas de um latrocínio, já que os celulares do casal e uma bolsa de grife desapareceram após o crime

Henrique lamentou a morte dos tios e disse que Maria Clotilde foi atleta por muitos anos. Já Cláudio Atala era advogado atuante, pós-graduado em Direito Empresarial pela PUC Minas e sócio-fundador do escritório Atala Inácio Advogados Associados.

Nas redes sociais, ele e a esposa costumavam compartilhar registros de viagens em família pelo Brasil e pelo exterior, além de momentos de convivência com parentes e amigos.

Entenda o caso

De acordo com o boletim de ocorrência, a mulher teria sido indicada por um primo de Maria Clotilde para trabalhar na casa das vítimas • Reprodução
De acordo com o boletim de ocorrência, a mulher teria sido indicada por um primo de Maria Clotilde para trabalhar na casa das vítimas • Reprodução

Os corpos foram encontrados pelo filho do casal, que também é sócio do pai no escritório de advocacia. Segundo Henrique Maciel, na terça o primo estranhou a ausência do pai no trabalho e decidiu ir até o apartamento para verificar o que havia acontecido.

De acordo com o sobrinho, havia muito sangue no imóvel. "Os dois foram esfaqueados. Muitas facadas pelo corpo. Minha tia estava na sala e meu tio no quarto", relatou.

Ainda segundo o familiar, o apartamento não apresentava sinais de arrombamento. O acesso ao imóvel era feito por um elevador com senha. 

A Polícia Civil investiga as circunstâncias das mortes e trabalha para identificar a autoria e a motivação do crime.

A polícia já identificou uma suspeita: clique aqui para saber detalhes.

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Jornalista graduada na PUC Minas. Trabalhou como repórter do caderno Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, produziu conteúdos para as editorias Turismo, Gastronomia e Emprego/ Concursos. Atualmente, colabora com as editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo.