O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) manteve a prisão preventiva de
A decisão sobre a manutenção da prisão do síndico foi divulgada nesta quarta-feira (11) pelo TJGO. Ainda na sentença, o órgão marcou uma audiência de instrução e julgamento do caso para o dia 6 de maio. A decisão foi tomada pela juíza Vaneska da Silva Baruki da 1ª Vara Criminal de Caldas Novas.
No dia em que foi preso, o síndico, algemado, levou os policiais para uma área de mata, onde o corpo de Daiane estava escondido. A corretora estava
Imagens divulgadas pela Polícia Civil na manhã do dia 28 de janeiro mostraram os agentes no matagal onde o corpo da mineira estava. A Itatiaia entrou em contato com a defesa do síndico, mas não obteve retorno até a última atualização desta matéria. O conteúdo será atualizado quando o posicionamento chegar.
Crime confesso! Veja o momento em que síndico suspeito de matar corretora leva a polícia à mata onde o corpo estava escondido
— Itatiaia (@itatiaia) January 28, 2026
📲 Leia mais em https://t.co/ze8WN7tHaV
📹Divulgação | Polícia Civil de Góias
📝Talyssa Lima #caldasnovas #corretora #imoveis pic.twitter.com/D3PpQw51C9
Desaparecimento da corretora
Daiane Alves Souza foi vista pela última vez por volta das 18h57 do dia 17 de dezembro, quando entrou no elevador do prédio filmando a situação com o celular. De acordo com a mãe, o apartamento estava sem energia elétrica, o que teria levado a corretora a descer até o subsolo para tentar resolver o problema.
Imagens mostram Daiane indo até a portaria e, minutos depois, retornando ao elevador. Em seguida, ela desce ao subsolo e desaparece das gravações. A mãe afirmou que a filha não foi vista saindo do prédio nem retornando e destacou que o carro da corretora estava em Uberlândia.
No mesmo dia, ela registrou boletim de ocorrência e procurou a filha em hospitais e unidades de saúde da cidade.
Síndico denunciado pelo MP
Segundo a família da vítima, e conforme informações divulgadas pela Itatiaia em 24 de janeiro, o Ministério Público de Goiás (MPGO) denunciou Cleber.
De acordo com a denúncia, ele perseguia Daiane de forma reiterada, com ameaças à integridade física e psicológica, restringindo a liberdade de locomoção e perturbando a privacidade da vítima.
Ainda segundo o MP, a perseguição começou em janeiro de 2024, após Daiane, que administrava apartamentos da mãe no condomínio, realizar uma locação acima do número permitido de hóspedes.