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La Niña pode substituir El Niño e refrescar o clima no Brasil; entenda

La Niña é provocada pelo resfriamento do Oceano Pacífico Tropical e pode causar queda nas temperaturas em certas partes do Brasil e do mundo

A La Niña deve substituir o El Niño no Brasil a partir de junho e aliviar temperaturas no país, segundo uma nota técnica feita pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). A informação é do jornal O Globo.

O fenômeno La Niña é o oposto do El Niño, que aumenta as temperaturas. A La Niña é provocada pelo resfriamento do Oceano Pacífico Tropical e pode causar queda nas temperaturas em certas partes do Brasil e do mundo. A Niña traz frentes frias intensas e prolongadas e, assim como o Niño, pode provocar secas e chuvas torrenciais.

Ainda não se sabe a intensidade da La Niña. Ela pode durar de 2 a 7 anos e costuma durar mais do que o El Niño. O último episódio do fenômeno foi registrado entre julho de 2020 a fevereiro de 2023.

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Ainda ativo no momento, o El Niño vem perdendo força, mas deve ficar até maio. Ele causa calor acima da média no país, chuvas intensas no Sul do Brasil e incêndios em Roraima.

A La Niña deve trazer mais chuvas para o Norte e reduzir o calor em parte do Centro-Oeste e no Sudeste na primavera. No verão, no entanto, ainda não se sabe o que ela pode causar. Provavelmente, as temperaturas devem ser menos quentes no Norte, Nordeste e Centro-Oeste. No Sudeste, porém, ainda pode ser mais quente que o normal.

No Sul do Brasil, a Niña deve causar um cenário desfavorável, com muitas secas, ao contrário do El Niño.

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Jornalista formada pela PUC Minas. Mineira, apaixonada por esportes, música e entretenimento. Antes da Itatiaia, passou pelo portal R7, da Record.
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