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Escadas rolantes do Cristo Redentor são fechadas para obras; veja o que muda

Visitação ao monumento segue mantida, mas turistas passam a utilizar um novo trajeto durante a intervenção

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Cristo Redentor, Rio de Janeiro
Cristo Redentor, Rio de Janeiro (RJ) • Lucio Vilella/Mtur

As quatro escadas rolantes que dão acesso ao platô do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, foram fechadas nessa segunda-feira (3) para a substituição dos equipamentos e a instalação de novas estruturas de acessibilidade.

As obras são realizadas dentro do Parque Nacional da Tijuca e a previsão é que a intervenção seja concluída até o fim de maio de 2027. Segundo o ICMBio, responsável pela gestão da unidade, as novas escadas rolantes terão maior resistência para uso em áreas externas, menor consumo de energia e capacidade para transportar até 6 mil pessoas por hora.

O projeto também prevê a instalação de dois elevadores inclinados para ampliar a acessibilidade no acesso ao monumento.

O que muda

Durante a obra, as quatro escadas rolantes permanecem desligadas, e a área onde os equipamentos estão instalados está interditada, reduzindo o espaço de circulação no Alto Corcovado.

O acesso ao trecho final até o monumento é feito exclusivamente pelas escadarias de pedra. Além disso, a capacidade máxima de visitantes no local foi reduzida em 50% para organizar o fluxo de pessoas durante a intervenção.

Outra mudança é a suspensão de eventos externos que dependem de autorização do ICMBio enquanto as obras estiverem em andamento.

A visitação ao Cristo Redentor segue normalmente durante todo o período das obras. Também continuam funcionando, sem alterações, o Trem do Corcovado, as vans oficiais, as trilhas de acesso ao monumento e os três elevadores que ligam o primeiro ao segundo piso do Alto Corcovado.

Acessibilidade

Visitantes com mobilidade reduzida contam com cinco carros escaladores e cinco cadeiras escaladoras para fazer o percurso entre o segundo piso e o platô.

Os equipamentos são operados por funcionários treinados e podem ser utilizados apenas em condições seguras, sem chuva ou piso molhado.

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Jornalista pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente, é repórter multimídia no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Antes passou pela TV Alterosa. Escreve, em colaboração com a Itatiaia, nas editorias de entretenimento e variedades.

 

 

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