Companhias aéreas dos EUA aumentam tarifas de bagagem; veja valores
Reajustes atingem principais empresas do setor e refletem impacto do cenário internacional nos custos operacionais, como a alta do combustível

As maiores companhias aéreas dos Estados Unidos — American Airlines, Delta Air Lines, Southwest Airlines e United Airlines — anunciaram aumento nas taxas para despacho de bagagens. A medida busca compensar a elevação no preço do combustível de aviação, impulsionada pelo conflito no Oriente Médio.
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Reajustes por companhia
A Southwest Airlines informou que, a partir de 9 de abril, a primeira bagagem despachada passará de US$ 35 (cerca de R$ 175) para US$ 45 (aproximadamente R$ 225), enquanto a segunda sobe de US$ 45 (R$ 225) para US$ 55 (cerca de R$ 275). A empresa também implementou novas restrições para o transporte de carregadores portáteis.
Na American Airlines, a taxa da primeira mala aumentou de US$ 40 (cerca de R$ 200) para US$ 50 (aproximadamente R$ 250), e a da segunda, de US$ 50 (R$ 250) para US$ 60 (cerca de R$ 300). Passageiros que efetuarem o pagamento pelo site ou aplicativo terão desconto de US$ 5 (cerca de R$ 25). Já clientes da categoria econômica básica (basic economy) passarão a enfrentar tarifas ainda mais elevadas a partir de 18 de maio, além de terem que pagar pela escolha de assentos e perderem o direito a upgrades gratuitos.
A Delta Air Lines também reajustou os valores para voos domésticos e internacionais de curta distância: a primeira mala subiu de US$ 35 (R$ 175) para US$ 45 (R$ 225), e a segunda, de US$ 45 (R$ 225) para US$ 55 (R$ 275). As tarifas para rotas internacionais de longa distância, no entanto, permanecem inalteradas.
Já a United Airlines passou a cobrar US$ 45 (R$ 225) pela primeira bagagem e US$ 55 (R$ 275) pela segunda. A empresa também aplica uma taxa adicional de US$ 5 (cerca de R$ 25) para malas despachadas com menos de 24 horas de antecedência do voo. Passageiros premium, militares e membros de programas de fidelidade seguem com direito à franquia gratuita em alguns casos.
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De acordo com a International Air Transport Association (Iata), o preço do querosene de aviação saltou para cerca de US$ 209 por barril, ante uma faixa entre US$ 85 e US$ 90 antes do início do conflito no Oriente Médio. O aumento expressivo nos custos tem levado as empresas a repassar parte desse impacto aos consumidores.
Jornalista graduada na PUC Minas. Trabalhou como repórter do caderno Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, produziu conteúdos para as editorias Turismo, Gastronomia e Emprego/ Concursos. Atualmente, colabora com as editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo.



