Moraes defendeu o seu ponto: apresentou 13 atos sequenciais com robusto conjunto de provas, que constituem, segundo a Procuradoria-Geral da República, os atos executórios com objetivo do grupo de se perpetuar no poder
Moraes, no entanto, não irá comparecer presencialmente já que, em paralelo com a homenagem em Minas, acontece no Supremo o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)