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Segundo a ciência, por que você nunca deve usar ímãs na geladeira e quais os riscos

Especialistas também destacam que alguns modelos mais modernos contam com painéis eletrônicos e sensores instalados na parte externa

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Geladeira com ímãs • Imagem gerada com IA

Presentes em muitas cozinhas, os ímãs de geladeira costumam ser usados para fixar lembretes, fotos e recados. Apesar de parecerem inofensivos, especialistas alertam que o excesso desses objetos pode trazer alguns inconvenientes e, em determinadas situações, até prejudicar o funcionamento do eletrodoméstico.

Segundo orientações de fabricantes e técnicos da área, o principal problema não está no magnetismo em si, mas na quantidade de itens acumulados na porta da geladeira. O peso excessivo pode sobrecarregar as dobradiças, dificultar o fechamento adequado e comprometer a vedação do equipamento.

Quando a porta não fecha corretamente, o aparelho precisa trabalhar mais para manter a temperatura interna, o que pode resultar em aumento do consumo de energia e desgaste prematuro dos componentes.

Especialistas também destacam que alguns modelos mais modernos contam com painéis eletrônicos e sensores instalados na parte externa da porta. Embora os ímãs comuns geralmente não representem risco significativo, recomenda-se evitar objetos magnéticos muito potentes próximos a sistemas eletrônicos sensíveis.

Outro ponto de atenção envolve a limpeza. O acúmulo de ímãs pode favorecer o surgimento de manchas, arranhões e marcas na superfície do eletrodoméstico, especialmente em modelos com acabamento em aço inoxidável.

Apesar dos alertas, técnicos afirmam que o uso moderado de ímãs decorativos não costuma causar danos à maioria das geladeiras. A recomendação é evitar excesso de objetos na porta, manter a vedação em boas condições e verificar periodicamente se o fechamento está ocorrendo de forma adequada.

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