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O que comer para regenerar o fígado: os principais nutrientes e onde encontrá-los

Especialistas reforçam que qualquer mudança significativa no padrão alimentar deve ser acompanhada por um profissional de saúde

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É fundamental reduzir drasticamente a ingestão de açúcares refinados, alimentos ultraprocessados e álcool • Pixabay/Reprodução

A alimentação desempenha um papel fundamental na manutenção e recuperação da saúde hepática, funcionando como uma ferramenta essencial para fortalecer a capacidade regenerativa do fígado.

Especialistas apontam que a escolha estratégica de nutrientes não apenas protege as células contra danos, mas também auxilia na prevenção e no tratamento de condições como o fígado gorduroso, a hepatite e a cirrose.

De acordo com o MedlinePlus, site da Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA, as proteínas magras são pilares nesse processo, pois fornecem os aminoácidos necessários para a reparação dos tecidos. Fontes como aves, peixes, ovos, leguminosas e laticínios com baixo teor de gordura são altamente recomendadas, uma vez que a deficiência proteica pode comprometer o metabolismo e atrasar a cicatrização do órgão.

Além disso, as vitaminas com propriedades antioxidantes, como a vitamina C, encontrada em frutas cítricas e frutas vermelhas, são cruciais para combater o estresse oxidativo e reduzir a inflamação.

No campo dos minerais, o selênio e o zinco ganham destaque por suas funções protetoras. O selênio, presente em alimentos como castanhas-do-pará, frutos do mar e cereais integrais, atua diretamente na defesa das células hepáticas contra agentes nocivos.

Já o magnésio, encontrado em vegetais de folhas escuras e sementes, contribui para regular o metabolismo de gorduras e açúcares, ajudando a evitar o acúmulo lipídico no fígado.

Para otimizar o funcionamento do órgão, a dieta deve priorizar carboidratos complexos, como aveia e quinoa, e gorduras saudáveis provenientes do azeite de oliva, nozes e abacates. O consumo moderado de café também é citado em estudos como um aliado na redução do risco de doenças crônicas graves.

Em contrapartida, é fundamental reduzir drasticamente a ingestão de açúcares refinados, alimentos ultraprocessados e álcool.

Especialistas reforçam que qualquer mudança significativa no padrão alimentar deve ser acompanhada por um profissional de saúde para garantir que as necessidades individuais sejam atendidas de forma segura.

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