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O 'petróleo da Antiguidade' que ajuda na saúde das células e pode inibir câncer

Produto, embora tenha preço elevado nos mercados pelo país, possui inúmeros benefícios à saúde e utilidades; confira

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Azeite
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O azeite de oliva extra-virgem é apontado pelo antropólogo Emilio Lara como um recurso essencial para a história humana e para o bem-estar físico. Em análise sobre a trajetória do produto, o pesquisador detalha como o alimento passou de combustível na Roma Antiga a um aliado contra doenças no mundo moderno.

Para as civilizações antigas, o azeite tinha funções que iam além da cozinha. Ele era utilizado como combustível para iluminação, base para perfumes, unguento para o corpo e medicamento.

Na época do Império Romano, o produto era considerado um símbolo de civilização. Lara afirma que o azeite era tão importante para a identidade daquele povo quanto o Direito ou o latim.

O antropólogo define o azeite como algo próximo a uma "fonte da juventude" encontrada na natureza. Por ser um regenerador das células, o alimento atua como antioxidante.

“É um antioxidante espetacular e já existem pesquisas em andamento para estudar como ele combate a depressão e o estresse. Também parece ter propriedades significativas para retardar a progressão de doenças neurodegenerativas e está sendo usado como uma barreira protetora contra muitos tipos de câncer, como uma espécie de inibidor do câncer. E não podemos esquecer que o azeite também é usado em cosméticos, para fazer sabonetes, por exemplo, ou o famoso azeite lampante.”, diz o especialista.

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Como escolher o melhor azeite

Embora o preço do produto apresente alta no mercado atual, Emilio Lara defende que o valor reflete a qualidade e o tempo de duração de uma garrafa no uso doméstico. Segundo ele, o azeite de oliva é um alimento com passado extenso e futuro garantido na mesa das pessoas.

Para garantir os benefícios citados, o especialista orienta o consumidor a observar alguns pontos na hora da compra:

  • Tipo: priorizar o azeite de oliva virgem extra;
  • Extração: este tipo é o suco da azeitona obtido na primeira prensagem;
  • Refinados: evitar óleos que passaram por processos de refinamento químico.
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Mineiro de Barão de Cocais e jornalista graduado na Fumec. Passagens pela Rádio FUMEC e pelos portais FutebolNews, TechTudo e brasileirao.com.br. Apaixonado pelo bom futebol, por jogadas ensaiadas e grande defensor do "feijão com arroz".