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Não jogue fora meias velhas: elas podem facilitar 5 tarefas de limpeza

Meias que perderam o par ou já não servem para vestir podem ganhar uma nova função dentro de casa

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Aquela meia velha que perdeu o par ou ficou sem condições de ser usada como roupa pode ter uma função inesperada dentro de casa. Em vez de ir direto para o lixo, a peça pode ser reaproveitada em diferentes tarefas de limpeza, ajudando a retirar poeira, absorver líquidos e alcançar áreas difíceis.

A recomendação é separar as meias que ainda estejam em condições razoáveis, especialmente aquelas com boa capacidade de absorção. Um conteúdo publicado pelo site especializado em limpeza The Spruce mostra algumas formas simples de dar uma segunda utilidade a essas peças.

1) Meia pode substituir o espanador

Uma das maneiras mais simples de reutilizar uma meia é colocá-la na mão e usá-la como uma espécie de luva para retirar poeira.

O método pode ser útil em rodapés, persianas, luminárias e prateleiras. Como o tecido acompanha os movimentos da mão, também fica mais fácil alcançar cantos, bordas e objetos com diferentes formatos.

As meias também podem ser usadas para retirar poeira das folhas de plantas naturais ou artificiais. Para isso, basta colocar uma peça limpa na mão e passar o tecido suavemente sobre a superfície.

Depois, a meia deve ser sacudida ou lavada antes de ser utilizada em outro local.

2) Peça também pode ajudar na limpeza de vidros e espelhos

Uma meia velha e limpa pode funcionar como um pano para diferentes superfícies, incluindo bancadas, espelhos e janelas.

O formato do tecido facilita o contato da mão com áreas estreitas, bordas e maçanetas. No caso dos vidros e espelhos, porém, é recomendado retirar primeiro a poeira solta para evitar que partículas sejam arrastadas pela superfície.

A peça deve ser destinada a uma área específica da casa para evitar que a sujeira seja levada de um ambiente para outro. Depois da utilização, pode ser lavada junto com outros tecidos usados na limpeza.

3) Meia pode virar uma capa para mop

Outra possibilidade é colocar a meia sobre o cabeçote de um mop para ajudar na limpeza do piso.

O tecido pode absorver líquidos e recolher parte da sujeira durante a passagem pelo chão. Depois, basta retirar a peça e lavá-la para que possa ser reutilizada.

O tamanho da meia e a forma como ela fica presa à mopa influenciam no resultado. A alternativa tende a ser mais adequada para pequenas áreas e para uma limpeza de manutenção.

Quando o piso estiver muito sujo, pode ser necessário enxaguar ou trocar o tecido à medida que ele perder a capacidade de recolher a sujeira.

4) Uma meia na escova ajuda a limpar locais altos

A mesma ideia pode ser usada para alcançar áreas que normalmente são difíceis de limpar.

Ao colocar uma meia na ponta de uma escova ou de uma vassoura, é possível retirar poeira e teias de aranha do teto sem precisar subir em uma cadeira. O tecido ajuda a capturar a sujeira durante o movimento.

As meias mais compridas também podem ser úteis para limpar as pás de ventiladores de teto. Nesse caso, o aparelho deve estar desligado e completamente parado antes da limpeza.

A orientação é envolver uma pá com a meia e deslizar o tecido lentamente, repetindo o procedimento nas demais pás. Algumas áreas podem precisar de uma segunda passada.

5) Meia velha também pode limpar as patas dos pets

Quem tem cachorro ou gato pode reservar uma meia antiga para limpar as patas dos animais depois que eles voltam da rua, do jardim ou de outras áreas externas.

O tecido se adapta à pata e pode ajudar a retirar terra e outras sujeiras antes que elas sejam levadas para dentro de casa.

Para essa finalidade, o ideal é manter uma meia exclusivamente para os animais e lavá-la depois do uso quando estiver úmida ou muito suja.

A técnica não substitui uma higiene mais completa quando ela for necessária, mas pode ajudar a diminuir a quantidade de sujeira que chega aos pisos depois dos passeios ou das brincadeiras ao ar livre.

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Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.

 

 

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