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Descubra qual tipo de carne oferece mais proteína por porção

Veja quais carnes concentram mais proteína, como elas se comparam entre si e por que outros nutrientes também devem pesar na escolha

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COM RECORDE EM VALOR E VOLUME, CARNES IMPULSIONAM COMPRAS INTERNACIONAIS NO MÊS DE MAIO
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Quando o objetivo é aumentar a ingestão de proteínas, muita gente acredita que a carne bovina ou a suína ocupam o topo da lista. No entanto, a comparação entre diferentes tipos de carne revela um resultado que surpreende: a carne de peito de frango é uma das opções com maior concentração de proteína por porção.

As proteínas desempenham um papel essencial para o organismo. Elas participam da formação e da manutenção dos músculos, da pele, dos ossos e de diversos tecidos, além de contribuírem para a produção de hormônios, enzimas e anticorpos. Por isso, garantir um consumo adequado desse nutriente é importante em todas as fases da vida.

De acordo com informações publicadas pelo site Infobae, entre as carnes mais consumidas, o peito de frango sem pele costuma liderar o ranking de proteína por 100 gramas. Em média, esse corte fornece cerca de 31 gramas de proteína, superando carnes bovinas magras, suínas e até alguns tipos de peixe.

A carne bovina magra também é considerada uma excelente fonte proteica. Dependendo do corte, oferece aproximadamente 26 a 29 gramas de proteína por 100 gramas, além de fornecer ferro, zinco e vitamina B12, nutrientes importantes para a saúde. Já a carne suína, especialmente em cortes magros como o lombo, apresenta valores semelhantes, normalmente entre 27 e 29 gramas de proteína por porção.

Os peixes também figuram entre as melhores opções. Atum, salmão, tilápia e outros tipos costumam fornecer entre 20 e 30 gramas de proteína por 100 gramas, com a vantagem de alguns deles serem ricos em ácidos graxos ômega 3, conhecidos por seus benefícios para o coração e para o cérebro.

Entretanto, segundo a reportagem do site argentino, escolher uma carne apenas pela quantidade de proteína pode não ser a melhor estratégia. A qualidade da gordura, a presença de vitaminas e minerais, o método de preparo e a frequência de consumo também influenciam o impacto do alimento sobre a saúde.

Outro ponto importante é priorizar cortes magros e evitar o consumo excessivo de carnes processadas, como salsichas, embutidos e bacon. Estudos científicos associam o consumo frequente desses produtos a um maior risco de doenças crônicas, motivo pelo qual organizações de saúde recomendam moderação.

Além das carnes, ovos, leite e derivados, peixes, leguminosas como feijão, lentilha e grão-de-bico, além da soja, também são fontes importantes de proteína e podem fazer parte de uma alimentação equilibrada, finaliza o texto.

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Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.