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Bucha de cozinha: quando trocar e por que ela pode ser um foco de bactérias

Estudos revelam que utensílio pode abrigar bilhões de microrganismos, incluindo espécies perigosas; especialistas indicam boas práticas de higiene

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Esponja de cozinha  • Freepik

Quente, úmida e cheia de resíduos orgânicos, a bucha de cozinha oferece o ambiente perfeito para a proliferação de bactérias. Segundo pesquisa liderada pelo microbiologista Markus Egert, da Universidade de Furtwangen, na Alemanha, até 362 espécies diferentes podem habitar esse objeto aparentemente inofensivo. Em alguns casos, a densidade chega a 54 bilhões de microrganismos por centímetro cúbico, um número comparável ao de bactérias presentes em fezes humanas.

Recomendações para o uso seguro da bucha de cozinha:

  • Trocar semanalmente, especialmente em casas com idosos, crianças ou pessoas imunocomprometidas.
  • Evitar uso cruzado entre louças, alimentos crus e superfícies.
  • Espremer e secar bem após cada uso.
  • Armazenar em local ventilado, longe da pia.
  • Higienizar com cautela, usando micro-ondas ou máquina de lavar louça, sempre observando se há sinais de desgaste.

Uma solução adicional é adotar buchas coloridas, destinando cada uma a uma função específica para reduzir o risco de contaminação cruzada.

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Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.