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Vacina mineira contra covid-19 recruta voluntários para penúltima etapa de testes

É necessário participar de acompanhamentos clínicos em Belo Horizonte e ter entre 18 e 85 anos para ser voluntário

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SpiN-TEC recebeu investimento de R$ 30 milhões da Prefeitura de Belo Horizonte • Amira Hissa (PBH) | Reprodução

A SpiN-TEC, vacina mineira contra a covid-19, chegou à segunda e penúltima etapa de testes clínicos com humanos. Resultado de parceria entre a Prefeitura de Belo Horizonte e a Universidade Federal de Minas Gerais, a vacina pode se tornar a primeira 100% brasileira contra covid-19. O estudo agora recruta voluntários para etapa atual.

Como ser um voluntário?

São necessários 360 voluntários, entre homens e mulheres de 18 a 85 anos, nesta etapa. Para participar, os voluntários precisam atender a algumas exigências:

  • Adulto saudável, entre 18 e 85 anos;
  • Se mulher, não estar grávida ou amamentando;
  • Os voluntários devem ter recebido, até maio de 2023, as doses iniciais de CoronaVac ou AstraZeneca e o reforço com Pfizer ou AstraZeneca;
  • Não ter contraído a covid-19 há, pelo menos, seis meses;
  • Participar dos acompanhamentos presenciais, realizados nos centros de pesquisa em Belo Horizonte.

Pessoas com doenças crônicas controladas (hipertensão, diabetes e outras) podem se inscrever, mas passarão por avaliação médica para verificar se estão aptas a participar dos testes clínicos.

As inscrições devem ser feitas por meio de formulário disponibilizado. Para mais informações, entre em contato pelo WhatsApp (31) 99972-0292 ou pelo telefone (31) 3401-1152.


Nome da vacina faz referência a dois componentes do vírus

Histórico do imunizante

O estudo e resultados da primeira etapa já foram aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em 2021, a Prefeitura de Belo Horizonte garantiu patrocínio de R$ 30 milhões para o financiamento de duas etapas da vacina.

Em declaração, o secretário municipal de Saúde, Danilo Borges, destaca a importância da SpiN-TEC para o país; ‘O Sistema Único de Saúde foi colocado à prova durante a pandemia e demonstrou toda a sua potência. Mais uma vez, vem do setor público e da ciência esse avanço tão importante. Pela primeira vez, um imunizante totalmente brasileiro pode fazer parte do calendário nacional de vacinação’, declarou Borges.

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Pablo Paixão é graduado em Jornalismo, pela UFMG, e em Cinema e Audiovisual, pelo Centro Universitário UNA BH. Tem experiência em diferentes áreas da comunicação e marketing. Com passagem pela TV UFMG, na Itatiaia atuou inicialmente nas editorias de Entretenimento, Cultura e Minas Gerais. Atualmente, colabora com as editorias Pop e Carnaval.

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