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Telegram remove grupos que vendiam passaportes vacinais falsos e ofereciam fraude no SUS

AGU notificou o aplicativo após o Ministério da Saúde identificar 18 grupos e canais que vendiam os documentos falsificados

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Perfil de usuário responsável foi excluído da plataforma • Reprodução

O Telegram removeu 18 grupos e canais que vendiam comprovantes e passaportes vacinais falsificados após notificação da Advocacia Geral da União (AGU). O aplicativo também excluiu a conta de um usuário identificado na apuração.

Além de vender documentos falsificados, os responsáveis pelos grupos anunciavam a possibilidade de inserir registros adulterados nos sistemas oficiais de informação do Sistema Único de Saúde (SUS). As evidências foram encaminhadas à Polícia Federal para investigação de possíveis crimes.

O Ministério da Saúde afirma, em relatório, que a circulação de pessoas não vacinadas com documentos falsificados prejudica as estratégias de vigilância, bloqueio e controle de doenças imunopreveníveis. O problema também pode comprometer a contabilização dos dados de cobertura vacinal e dificultar a identificação de bolsões de baixa vacinação.

Na notificação, a AGU destaca que a prática viola normas contidas no Código de Defesa do Consumidor, além de dispositivos do Código Penal e do Marco Civil da Internet. Além disso, a venda dos documentos fere os termos de uso do Telegram, que proíbem o compartilhamento de conteúdos ilegais.

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Formada em Jornalismo pela Puc Minas, Paula Arantes produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil, Mundo, Orações e Entretenimento no portal da Itatiaia. Atualmente, colabora com a editoria Meio Ambiente. Antes, passou pelo jornal Estado de Minas.

 

 

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