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Ministério da Saúde descarta epidemia de mpox no Brasil

O governo federal afirma que a doença não tem avançado de forma rápida e a situação está sob controle

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Mpox causa irrupções na pele
Mpox causa irrupções na pele • Reprodução

Somente neste ano, o Brasil registrou 836 casos prováveis de mpox. De acordo com dados do Ministério da Saúde, São Paulo registrou 427 casos, em seguida aparecem os estados do Rio de Janeiro com 194 casos, Minas Gerais com 50 e Bahia com 35 casos. Apesar do alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS), que classifica a doença como emergência global, no Brasil o governo federal afirma que a doença não tem avançado de forma rápida e a situação está sob controle.

Segundo o secretário adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Rivaldo Venâncio da Cunha, a expectativa para o Brasil em relação a mpox, neste momento, é que se mantenha a tendência de poucos casos da doença causados pela variante antiga. “Em hipótese alguma, nós consideramos que haja possibilidade de ocorrência de uma epidemia de mpox no Brasil, seja pela variante antiga, seja pela variante 1B que está sendo registrada na África neste momento e que foi o motivo de alerta da Organização Mundial da Saúde. Nosso sistema de vigilância tem atuado adequadamente em todos os estados do Brasil, seja em nível estadual, seja em nível municipal, e acreditamos que continuará trabalhando adequadamente e todo caso suspeito será cuidado em tempo hábil”, detalha.

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Vacina

Sobre a vacina, o representante do Ministério da Saúde esclarece que não há recomendação para vacinação em massa. “Não existe vacina disponível, então nós não nos preocupamos com vacina porque não é uma doença que esteja ocorrendo no Brasil e que exija, nesse momento, qualquer iniciativa nesse sentido. O que nós temos observado em relação ao alerta da OMS é a recomendação para que os laboratórios colaborem com a produção de vacinas, destinando-as diretamente para os países africanos nos quais estamos verificando esse surto no momento, em especial, na República Democrática do Congo”, conclui Rivaldo Venâncio da Cunha, secretário adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde.

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Jornalista formada pelo Uni-BH, em 2010. Começou no Departamento de Esportes. No Jornalismo passou pela produção, reportagem e hoje faz a coordenação de jornalismo da rádio Itatiaia.