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Governo de Minas registra queda expressiva nos casos de dengue e reforça importância da prevenção contínua

Resultados positivos refletem ações estratégicas por todo o estado e mostram que o combate ao mosquito depende do esforço coletivo

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Com imagens e geolocalização, as equipes conseguiram intervir de forma rápida e direcionada, o que ampliou a capacidade de resposta dos municípios.

Depois de enfrentar sucessivas epidemias e registrar números alarmantes de arboviroses, Minas Gerais vive um novo cenário em 2025: os casos confirmados de dengue caíram mais de 96% em relação ao ano anterior. Essa redução expressiva é fruto direto do trabalho intensificado pelo Governo de Minas, que adotou medidas preventivas, investiu em tecnologia e mobilizou toda a estrutura da saúde pública para conter a transmissão da doença.

Ações coordenadas como mutirões de limpeza, campanhas educativas, uso de drones para mapeamento de criadouros e capacitação de equipes foram determinantes para esse avanço. A estratégia adotada permitiu que áreas críticas fossem monitoradas com maior precisão, aumentando a eficácia das intervenções e evitando novos surtos.

Drones, mutirões e mapeamento inteligente

Entre as tecnologias utilizadas, destaca-se o uso de drones em regiões de difícil acesso, onde foram identificados milhares de potenciais focos do mosquito. Com imagens e geolocalização, as equipes conseguiram intervir de forma rápida e direcionada, o que ampliou a capacidade de resposta dos municípios. As informações coletadas também facilitaram a notificação de moradores e o planejamento das ações de combate ao vetor.

O Governo de Minas destinou recursos para aquisição de equipamentos, reforço nas equipes de vigilância e apoio direto às prefeituras, garantindo condições para que o trabalho fosse feito de forma integrada. O investimento se refletiu em resultados concretos: queda nos casos, diminuição de internações e redução no número de óbitos em investigação.

Monitoramento estratégico

Para ampliar a vigilância e permitir respostas mais ágeis no combate às doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, o Governo de Minas criou uma Sala de Monitoramento das Arboviroses. O espaço reúne dados de 853 municípios, consolidando informações epidemiológicas, assistenciais e laboratoriais que orientam o planejamento de ações em tempo real. A proposta é garantir decisões mais rápidas e assertivas diante da oscilação de casos de dengue, zika, chikungunya, febre amarela e febre oropouche no estado.

Com investimentos direcionados aos consórcios de saúde e às regionais, a política pública de enfrentamento às arboviroses se tornou mais abrangente e eficaz, fortalecendo a atuação dos agentes de endemias e assegurando maior cobertura territorial nas ações de controle.

Engajamento da população continua essencial

Apesar dos avanços, a questão da dengue ainda requer atenção. E normalmente é dentro das casas que a maior parte dos focos se forma, a mobilização da população segue como peça-chave no controle da doença.

Eliminar recipientes que acumulam água, manter calhas limpas, tampar caixas d’água, lavar bebedouros de animais e evitar o uso de pratinhos sob vasos de plantas são medidas simples, mas que fazem toda a diferença. O compromisso diário de cada cidadão é fundamental para manter os bons resultados alcançados.

A experiência mineira mostra que o combate às arboviroses precisa ir além do enfrentamento pontual. Exige planejamento, articulação e vigilância constante. E, sobretudo, uma rede de prevenção construída com a participação de todos: governo, profissionais de saúde e população.

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