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Combate à dengue: governo de Minas detalha novas estratégias de combate à doença em 2026

Minas Gerais vai contar, pela primeira vez, com drones nos 853 municípios

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Outro resultado é que entre as pessoas que foram vacinadas e, mesmo assim, tiveram  dengue, houve redução de 80,3% no número de internações com relação a quem não foi imunizado.
Aedes aegypti transmite doenças como dengue, Zika e a Chikungunya • foto

A população viveu um 2024 com alto número de casos de dengue e outras doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti em Minas Gerais. Por isso, novas ações estão sendo planejadas para 2025 na tentativa de controlar os índices destas doenças.

De acordo com o Secretário de Estado da Saúde, Fábio Baccheretti, o estado vai contar, pela primeira vez, com drones nos 853 municípios. “Os drones têm uma capacidade interessante, porque ele pode mapear todo um território e identificar onde tem risco de ter infestação do mosquito. Além disso, ele consegue também acessar locais que nós não conseguimos, os agentes não conseguem acessar, e jogar larvicidas. Então ele consegue acertar um copo de plástico”, detalha.

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De acordo com o Baccheretti, a expectativa é que no ano que vem haja uma queda de casos e óbitos, mas existe uma grande preocupação. “O sorotipo 3 já circula no Brasil este ano. Então se ele circular fortemente, teremos uma população toda que não teve essa doença pelo sorotipo 3, que não circula há muito tempo e sabemos também que uma infecção a curto prazo por outro sorotipo gera mais casos graves”, destaca.

Para o secretário, a medida definitiva de controle da dengue é a vacina. "Aos pais e aos responsáveis que nos escutam, tem que vacinar. Então temos vacina sobrando, nós estamos vendo municípios expandindo as idades e ela é de fato a nossa maior salvação para essas epidemias. Mas temos ainda apenas um laboratório produzindo essa vacina e ele ainda não tem uma capacidade produtiva muito grande, a expectativa do ano que vem é de 4 milhões de brasileiros vacinados, isso ainda é pouco. Mas estamos otimistas para o aumento da produção deste laboratório e a inserção da vacina do laboratório Butantan”, conclui o Secretário de Estado da Saúde, Fábio Baccheretti.

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Jornalista formada pelo Uni-BH, em 2010. Começou no Departamento de Esportes. No Jornalismo passou pela produção, reportagem e hoje faz a coordenação de jornalismo da rádio Itatiaia.