Com primeiras chuvas, qualidade do ar melhora em BH
Tempo seco aliado com as queimadas acabaram influenciando a qualidade do ar, que foi a pior desde 2018

Belo Horizonte ficou quase seis meses sem chuvas significativas. Em vários dias, a umidade relativa do ar ficou abaixo dos 20%. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o nível ideal da umidade relativa do ar para a saúde humana varia entre 40% e 70%. Quando esse índice cai e fica abaixo de 30%, a situação é considerada de alerta devido aos riscos para a saúde. Tempo seco, temperatura alta, cidade enfumaçada e o número de incêndios bateu recorde em todo o estado. Todos estes fatores contribuíram para a população sofrer com a qualidade do ar ruim.
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“A gente tem cinco níveis de poluição do ar. E aí, normalmente, a gente fica no primeiro, no mais difícil, no segundo e, no máximo em alguns casos, no terceiro nível de poluição do ar. E esses dias, com o nível intenso de poluição, a gente ficou frequentemente no terceiro e quarto nível. E aí, alguns outros municípios, algumas regiões, como o caso de Congonhas, teve locais que chegou na situação péssima, que é o último nível de poluição do ar dentro dessa escala de 1 a 5”, conclui Amanda Chaves Ribeiro, doutoranda em poluição do ar pela Universidade Federal de Minas (UFMG).
Jornalista formada pelo Uni-BH, em 2010. Começou no Departamento de Esportes. No Jornalismo passou pela produção, reportagem e hoje faz a coordenação de jornalismo da rádio Itatiaia.


