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Após sucesso das canetas emagrecedoras, Novo Nordisk mira tratamento para calvície

Farmacêutica diz que há 'possibilidade clara' de entrar no mercado de remédios contra calvície

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Ações da Novo Nordisk registraram alta de 2,47%, elevando o valor da empresa a US$ 428,4 bilhões (R$ 2,11 trilhões)
Empresa é responsável pelo Ozempic e Wegovy • Divulgação/Novo Nordisk

A Novo Nordisk planeja desenvolver um medicamento para tratar a calvície. A farmacêutica é a responsável pelas canetas emagrecedoras Ozempic e Wegovy, que fazem parte da classe dos agonistas agonistas do receptor de GLP-1.

A empresa deve usar sua experiência com hormônios para desenvolver um remédio contra queda de cabelo. A alternativa tem potencial para compensar a corrida contra o vencimento das patentes das canetas emagrecedoras.

"Poderíamos aproveitar nosso conhecimento científico para potencialmente entrar nesse mercado. Não é necessariamente o que iremos buscar primeiro, mas seria uma possibilidade clara", afirmou Martin Lange, diretor científico da Novo Nordisk, em entrevista à Bloomberg.

A empresa e o diretor científico não informaram se há algum projeto para combater a calvície em andamento.

Queda da patente da semaglutida

A patente da semaglutida expirou em março deste ano. A substância é o princípio ativo do Ozempic e do Wegovy.

Com isso, a Novo Nordisk, farmacêutica responsável pelos medicamentos, perdeu o prazo de exclusividade da substância, abrindo espaço para a criação de remédios genéricos.

O Ozempic e o Wegovy foram desenvolvidos inicialmente para o tratamento da diabetes. Depois, os medicamentos ganharam grande popularidade no combate à obesidade.

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Formada em Jornalismo pela Puc Minas, Paula Arantes produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil, Mundo, Orações e Entretenimento no portal da Itatiaia. Atualmente, colabora com a editoria Meio Ambiente. Antes, passou pelo jornal Estado de Minas.

 

 

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