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Anvisa proíbe venda de três marcas de produtos de limpeza; veja quais

Resolução determina apreensão e proíbe fabricação, distribuição, comercialização, propaganda e uso dos produtos comercializados sem registro sanitário

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Anvisa recomenda novo medicamento para o tratamento do lúpus
Anvisa recomenda novo medicamento para o tratamento do lúpus • Reprodução | Anvisa

A  Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e proibiu a fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso de produtos de limpeza de três marcas. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quarta-feira (4), por meio da Resolução-RE nº 4.318, de 3 de novembro de 2026.

A decisão atinge todos os produtos saneantes da marca Peregrino Nacional, o Percarbonato de Sódio da Eco Clean e os produtos da marca Brankíssimo.

Segundo a Anvisa, os produtos eram fabricados e comercializados sem registro sanitário. Além disso, as empresas responsáveis não possuíam autorização de funcionamento para a fabricação desse tipo de produto.

A agência informou que as irregularidades contrariam os artigos 2º e 12 da Lei nº 6.360/1976, que estabelece regras para a vigilância sanitária de medicamentos, insumos farmacêuticos, cosméticos, saneantes e outros produtos.

Quais produtos foram proibidos?

A resolução determina a apreensão e a proibição de todas as unidades dos produtos listados, independentemente do lote.

Confira as marcas atingidas:

  • Peregrino Nacional: todos os produtos saneantes fabricados pela empresa Peregrino Nacional Indústria e Distribuidora de Equipamentos e Produtos de Limpeza Ltda.
  • Eco Clean: Percarbonato de Sódio, de fabricante não identificado.
  • Brankíssimo: todos os produtos da marca, fabricados pela Cardaya Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.

O que diz a determinação da Anvisa?

Além da apreensão, a agência proibiu a fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e utilização dos produtos.

A medida tem caráter preventivo e busca impedir que os saneantes irregulares continuem disponíveis no mercado ou sejam utilizados pelos consumidores.

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Jornalista graduada na PUC Minas. Trabalhou como repórter do caderno Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, produziu conteúdos para as editorias Turismo, Gastronomia e Emprego/ Concursos. Atualmente, colabora com as editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo.

 

 

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