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Zema critica nova PEC da Segurança: 'Não vai fazer um avanço necessário'

Segundo o governador, que texto ainda não contempla, por exemplo, a liberdade de atuação das polícias

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O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) • Marcos Correa | PR.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), criticou nesta terça-feira (8) a nova versão da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública apresentada pelo governo federal.

Segundo ele, o texto ainda não contempla a liberdade de atuação das polícias, o aumento da utilização de tornozeleiras eletrônicas e elevação do tempo de prisão para quem comete pequenos crimes reiteradas vezes, como roubo de celular.

“Sem essas mudanças, a integração de dados, a unificação de dados vai contribuir, mas não vai fazer um avanço necessário", declarou o governador. Ele participou da inauguração da sede da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado, em Brasília.

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, apresentou nesta terça-feira ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), uma nova versão da PEC. O texto traz alterações significativas em relação à versão divulgada no ano passado, que havia gerado resistência por parte de governadores.

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Repórter de política em Brasília. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), chegou na capital federal em 2021. Antes, foi editor-assistente no Poder360 e jornalista freelancer com passagem pela Agência Pública, portal UOL e o site Congresso em Foco.

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