Tesoureira do PT diz que tendência em MG é partido ter candidatura própria
Ela esteve em uma agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Divinópolis, no Centro-Oeste mineiro nesta sexta-feira (19) e falou sobre a indefinição petista

A secretária nacional de finanças do PT e pré-candidata a deputada federal, Gleide Andrade, disse que a grande tendência do partido para as eleições de Minas Gerais é lançar um candidato próprio ao Executivo Estadual. Ela esteve em uma agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Divinópolis, no Centro-Oeste mineiro nesta sexta-feira (19) e falou sobre a indefinição petista.
Gleide, que tem reduto eleitoral em Divinópolis, disse que o partido esperava uma resposta positiva do senador Rodrigo Pacheco (PSB), mas passou a considerar uma alternativa de dentro do próprio partido após o parlamentar anunciar que não disputaria o Governo de Minas em 2026.
“Nós ficamos na expectativa de que o senador Rodrigo Pacheco fosse o nosso candidato e unir todo o campo de centro-esquerda. Infelizmente, o senador declinou da candidatura. […] Estamos fazendo um combinado de em 10 dias a gente resolver qual é o caminho que vamos seguir.
Nós temos bons nomes dentro do PT e nós podemos conversar com candidaturas ainda do campo. Mas a nossa grande tendência é caminhar para uma candidatura própria”, declarou.
Ao ser questionada sobre os possíveis nomes do PT para a disputa do Governo de Minas, Gleide citou a ex-reitora da UFMG, Sandra Regina Goulart de Almeida; e a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos.
Marília é pré-candidata ao Senado e já manifestou reiteradamente que não gostaria de concorrer ao Governo de Minas.
Repórter de política da Itatiaia, é jornalista formado pela UFMG com graduação também em Relações Públicas. Foi repórter de cidades no Hoje em Dia. No jornal Estado de Minas, trabalhou na editoria de Política com contribuições para a coluna do caderno e para o suplemento de literatura.



