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Relógio do século 17 destruído no 8/1 volta ao Brasil após restauração na Suíça

Obra histórica de Balthazar Martinot será reintegrada ao acervo da Presidência da República durante evento para relembrar os dois anos dos ataques às sedes dos Três Poderes

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STF forma maioria para condenar réu que derrubou relógio de Dom João VI | CNN Brasil
Antônio Alves, vestindo uma camisa preta com o rosto estampado do ex-presidente Bolsonaro, destruiu o relógio que chegou ao Brasil em 1808 • Créditos: CNN Brasil

O relógio do século 17 destruído durante os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 será reintegrado ao acervo da Presidência da República na próxima quarta-feira (8). A obra foi restaurada pela Suíça, sem custos para o governo brasileiro.

A peça, do famoso relojoeiro francês Balthazar Martinot, veio para o Brasil em 1808, junto com Dom João VI e a corte portuguesa. O relógio foi quebrado por Antônio Cláudio Alves Ferreira durante a invasão ao Palácio do Planalto.

A solenidade, promovida pelo presidente Lula (PT), terá a presença de várias autoridades e contará com um abraço simbólico na Praça dos Três Poderes.

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Repórter de política em Brasília. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), chegou na capital federal em 2021. Antes, foi editor-assistente no Poder360 e jornalista freelancer com passagem pela Agência Pública, portal UOL e o site Congresso em Foco.

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