'O Brasil tornou-se uma referência na realização de eleições', ressaltou Nunes Marques
Declaração foi feita em encontro com cerca de 86 embaixadores com representação no Brasil; presidente do TSE ainda reforçou medidas de transparência aplicadas no processo eleitoral

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou nesta segunda-feira (17) que a Corte mantém relações “fluidas e cordiais” com órgãos jurisdicionais e de gestão eleitoral de “nações amigas”. A declaração foi feita durante reunião com cerca de 92 embaixadores de países com representação diplomática no Brasil.
Ao abrir a reunião, Nunes Marques afirmou que o país é uma “referência mundial na realização de eleições”. O ministro destacou a capacidade do sistema eletrônico de votação de examinar, com segurança e em poucas horas, mais de 150 milhões de votos.
O ministro ressaltou a participação do TSE em organismos internacionais voltados à democracia e às eleições e afirmou que a Corte mantém parcerias com missões internacionais de observação eleitoral.
“Esta Corte tem o privilégio de contribuir para o trabalho de diversos organismos internacionais dedicados à promoção da democracia e das eleições”, afirmou.
Segundo ele, nas próximas semanas serão firmados acordos de procedimentos com organismos internacionais, entre eles a Organização dos Estados Americanos (OEA), o Parlamento do Mercosul, a União Europeia, a Liga Árabe e países africanos.
Observadores internacionais acompanharão eleições
Nunes Marques afirmou que as missões internacionais poderão acompanhar diferentes etapas oficiais das eleições brasileiras, seguindo um modelo adotado pelo TSE desde 2018.
"Poderão acompanhar oficialmente diferentes etapas do processo eleitoral, incluindo cerimônias públicas de auditoria, preparação das urnas eletrônicas, votação, apuração e totalização de votos”, disse.
Essa é a segunda reunião de Nunes Marques com representantes diplomáticos. Em 16 de junho, o presidente do TSE já havia se reunido com 25 representantes diplomáticos para apresentar informações sobre o funcionamento das urnas eletrônicas e os mecanismos de segurança do sistema eleitoral.
Formada em jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), tem cinco anos de experiência na comunicação política. Desde a reportagem, no Correio Braziliense, até a assessoria parlamentar. Em 2024, atuou em campanha eleitoral majoritária. Especialista em gerenciamento de crise e construção de imagem. Na Itatiaia, escreve para o portal, em Brasília.



