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Ministérios da Cidades e dos Transportes são os mais afetados pelo bloqueio de Orçamento do governo

A restrição dos gastos tem como objetivo evitar o estouro do limite das despesas, fixadas no arcabouço fiscal, aprovado no ano passado no Congresso Nacional

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Bloqueio de R$ 600 milhões foi anunciado pelos ministérios do Planejamento e Orçamento e da Fazenda
Ministra Tebet (Planejamento) e ministro Haddad (Fazenda) • José Cruz | Agência Brasil

O governo anunciou, na semana passada, bloqueio de R$ 2,9 bilhões no Orçamento de 2024. Nessa quinta-feira (28), foram divulgados os detalhes do corte no Diário Oficial da União (DOU). O bloqueio afeta os chamados gastos discricionários, ou seja, despesas que não são obrigatórias.

  • Ministério das Cidades: -R$ 741,74 milhões
  • Ministério dos Transportes: -R$ 678,97 milhões
  • Ministério da Defesa: -R$ 446,48 milhões
  • Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social: -R$ 281,66 milhões
  • Ministério da Integração: -R$ 179,79 milhões
  • Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação: -R$ 118,79 milhões
  • Ministério da Agricultura: -R$ 105,49 milhões
  • Ministério da Fazenda: -R$ 94,39 milhões
  • Ministério das Relações Exteriores: -R$ 69,29 milhões
  • Ministério da Justiça e Segurança Pública: -R$ 65,59 milhões
  • Ministério dos Portos e Aeroportos: -R$ 52,29 milhões
  • Ministério do Planejamento e Orçamento: -R$ 37,09 milhões
  • Ministério da Gestão e Inovação: -R$ 36,29 milhões

Segundo o relatório divulgado pelos ministérios, a restrição dos gastos tem como objetivo evitar o estouro do limite das despesas, fixadas no arcabouço fiscal, aprovado no ano passado no Congresso Nacional.

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Jornalista com trajetória na cobertura dos Três Poderes. Formada pelo Centro Universitário e Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), atuou como editora de política nos jornais O Tempo e Poder360. Foi finalista do Prêmio CNT de Jornalismo em 2025. Atualmente, é coordenadora de conteúdo na Itatiaia na capital federal.