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Marina culpa os incêndios criminosos e mudanças climáticas por queimadas no Pantanal

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, concedeu uma entrevista coletiva na noite desta segunda-feira (24), após reunião do gabinete de crise criado para discutir ações de combate aos incêndios e ao desmatamento no Pantanal e na Amazônia

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A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, concedeu uma entrevista coletiva na noite desta segunda-feira (24), no Palácio do Planalto • Jonathan Ferreira / Rádio Itatiaia

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, culpou as mudanças climáticas e os incêndios criminosos pelas queimadas no Pantanal, que já consumiram mais de 600 mil hectares no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, que decretou situação de emergência por 180 dias.

A ministra concedeu uma entrevista coletiva, nesta segunda-feira, no Palácio do Planalto, após a reunião do gabinete de crise criado para discutir ações de controle e prevenção do desmatamento e enfrentamento de incêndios e queimadas no Pantanal e na Amazônia. “Nós temos um dado que dá conta de que nos municípios em que mais desmatam e onde tem mais incêndios. No caso de Corumbá (MS), o município que mais desmatou, não por acaso é ele que tem mais incêndios”, afirmou Marina Silva.

Ainda em seu discurso, a ministra destacou que os governos do Mato Grosso e Mato Grosso Sul editaram decretos que proíbem o manejo de fogo, inclusive o controlado, para qualquer tipo de atividade. “Não sabemos o tamanho do desdobramento que teremos pela frente. É a maior seca dos últimos 70 anos”, enfatizou Marina.

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Repórter da Itatiaia desde 2018. Foi correspondente no Rio de Janeiro por dois anos, e está em Brasília, na cobertura dos Três Poderes, desde setembro de 2020. É formado em Jornalismo pela FACHA (Faculdades Integradas Hélio Alonso), com pós-graduação em Comunicação Eleitoral e Marketing Político.