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Marcha para Jesus: Ausente, Lula faz aceno a evangélicos em carta e exalta organizadores

O presidente classificou o evento como um 'ato extraordinário de fé coletiva', que tem um 'compromisso com um Brasil mais humano, mais justo e mais solidário'

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Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) • Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lamentou não ter conseguido comparecer à Marcha para Jesus, realizada em São Paulo, nesta quinta-feira (19), e encaminhou uma mensagem endereçada ao Apóstolo Estevam Hernandes e à Bispa Sônia, líderes do movimento cristão. No texto, Lula faz aceno aos evangélicos e ressalta estar representado no evento pelo ministro-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias.

"Desde que sancionei, com muito orgulho, a lei que instituiu o Dia Nacional da Marcha para Jesus, em 2009, vejo com esperança como essa celebração cresceu e se tornou um símbolo de unidade, paz e compromisso com os valores cristãos: a compaixão, a misericórdia, o respeito às diferenças e o amor ao próximo", disse Lula em nota.

Lula destacou ainda, a força e a generosidade do povo brasileiro, "um povo de fé, que não desiste", e afirmou que é isso que inspira o governo a colocar a família brasileira no centro das decisões, "cuidando de quem mais precisa".

O mandatário reafirmou o compromisso do seu governo com a liberdade religiosa e com o respeito à diversidade de crenças, afirmando que a pluralidade religiosa é uma das maiores riquezas da nossa democracia.

"Nosso governo tem promovido o diálogo inter-religioso, respeitado as diferentes crenças, e valorizado o papel das igrejas na construção de um Brasil mais justo e solidário", concluiu.

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Jornalista pela UFMG, Lucas Negrisoli é editor de política. Tem experiência em coberturas de política, economia, tecnologia e trends. Tem passagens como repórter pelo jornal O Tempo e como editor pelo portal BHAZ. Foi agraciado com o prêmio CDL/BH em 2024.