TSE nega ter mandado tirar canais políticos no WhatsApp do ar
Tribunal afirmou que prazos curtos em processos eleitorais não significam ordem de remoção e cobra atuação isonômica das plataformas digitais. Na manhã desta sexta, ministros do TSE se reuniram com representantes das plataformas Meta, X, Google, TikTok e Kwai para discutir o cumprimento da legislação eleitoral

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou, nesta sexta-feira (23), ter determinado a retirada de qualquer canal de WhatsApp do ar. A Corte afirmou que interpretações de despachos que solicitam informações em prazos curtos são indevidas.
Segundo o tribunal, os prazos dos processos que envolvem propaganda eleitoral são sempre reduzidos. Por isso, a fixação de períodos curtos para a prestação de informações não deve ser interpretada como uma determinação para retirar canais ou conteúdos das plataformas.
Na manhã desta sexta, ministros do TSE se reuniram com representantes das plataformas Meta, X, Google, TikTok e Kwai para discutir medidas relacionadas ao cumprimento da legislação eleitoral.
Durante o encontro, o ministro Kassio Nunes Marques pediu o reforço das equipes responsáveis pelo atendimento às demandas da Justiça Eleitoral e defendeu uma atuação isonômica das empresas.
O objetivo, segundo a publicação, é garantir o cumprimento do plano de conformidade firmado pelas plataformas digitais.
Jornalista com trajetória na cobertura dos Três Poderes. Formada pelo Centro Universitário e Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), atuou como editora de política nos jornais O Tempo e Poder360. Foi finalista do Prêmio CNT de Jornalismo em 2025. Atualmente, é coordenadora de conteúdo na Itatiaia.



