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Lula ou Flávio: veja resultado do 1º turno das eleições na Grécia

Além dos dois principais candidatos, Augusto Cury (Avante), Samara (UP), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Clariana Barão (DC), Renan Santos (Missão) e Veterinário Wilson Grassi (Democrata) também foram votados

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Bandeira da Grécia
Bandeira da Grécia • Reprodução/Instagram Governo da Grécia

A Grécia encerrou a votação presidencial de 2026. O período para que os brasileiros que vivem no país votassem nas eleições deste ano foi encerrado às 17h no horário local.

Dados mostram que quase um milhão de eleitores que moram no exterior estão aptos a votar no pleito deste ano.

Flávio Bolsonaro (PL) foi o candidato mais votado com 230 votos. O valor representa 46,65% do eleitorado no país. O atual presidente, Lula (PT) foi o segundo colocado com 196 votos. Augusto Cury (Avante), Samara (UP), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Clariana Barão (DC), Renan Santos (Missão) e Veterinário Wilson Grassi (Democrata) também foram votados.

Votos na Grécia

  • Flávio Bolsonaro, 230 votos (46,65%);
  • Lula, 196 (39,75%);
  • Escritor Augusto Cury, 21 votos (4,25%);
  • Samara, 13 votos (2,63%);
  • Ronaldo Caiado, 10 votos (2,02%);
  • Zema, 10 votos (2,02%);
  • Clariana Barão, 6 votos (1,21%);
  • Renan Santos, 6 votos (1,21%);
  • Veterinário Wilson Grassi, 1 voto (0,20%).

Como funciona a votação no exterior?

O eleitorado no exterior representa pouco mais de 0,5% do total de eleitores brasileiros. Nas eleições de 2026, aproximadamente 918 mil pessoas estão aptas para votar. O número cresceu mais de 30% em relação ao pleito de 2022, com cerca de 697 mil eleitores fora do país.

Mulheres são a maioria entre os eleitores brasileiros registrados no exterior, correspondem a 57% do eleitorado, enquanto os homens representam 43%. Neste grupo, 52% são solteiros.

A organização da eleição fora do Brasil é realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), responsável pela chamada Zona Eleitoral do Exterior, em conjunto com o TSE e o Ministério das Relações Exteriores.

Urnas eletrônicas foram enviadas para garantir a votação dos brasileiros. A Rússia foi o único país que não recebeu os equipamentos neste ano, por dificuldades de logística aérea, segundo o Tribunal Superior Eleitoral.

As seções eleitorais no exterior são instaladas em embaixadas, repartições consulares ou outros locais definidos pela Justiça Eleitoral e pelas representações brasileiras. Pela legislação eleitoral, é necessário um mínimo de 30 eleitores aptos para a criação de uma seção no exterior.

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