Flávio Bolsonaro: ‘Lula tenta criar terrorismo dizendo que Pix vai ser taxado’
Senador afirmou que modelo de pagamento usado no Brasil não corre risco de ser afetado após decisão do governo Trump

O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à presidência da República, afirmou que não há qualquer ameaça ao modelo de pagamento via Pix após o governo Donald Trump classificar o PCC e o CV como organizações terroristas.
Em entrevista exclusiva ao Jornal da Itatiaia, na manhã desta terça-feira (2), Flávio acusou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de tentar criar “terrorismo na cabeça dos brasileiros” com mentiras sobre o Pix.
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“É mentira que o pix está ameaçado. Não tem absolutamente nada a ver o meio de pagamento com isso tudo (classificação do PCC e CV como terroristas). O pix é brasiliro, foi feito pelo presidente Bolsonaro. O pix não é taxado porque o presidente Bolsonaro determinou que não fosse taxado. Algo que revolucionou a forma dos brasileiros fazerem transferências bancárias, com rastreabilidade e segurança. É um terrorismo que Lula cria, ou tenta criar, na cabeça dos brasileiros. Mas não existe”, afirmou Flávio.
Nesta terça-feira (2), o senador visita a Mega-Leite, no Parque de Exposição da Gameleira na parte da manhã. Na parte da tarde, Flávio receberá o título de cidadão honorário de Belo Horizonte, em evento na Câmara Municipal. De noite, ele participa do encontro estadual do PL, no centro da capital mineira.
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.
Editor de Política. Formado em Comunicação Social pela PUC Minas e em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já escreveu para os jornais Estado de Minas, O Tempo e Folha de S. Paulo.

