Cleitinho diz que não foi convidado para agenda com Flávio no interior de Minas
Conforme a apuração da Itatiaia, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltará a Minas Gerais antes da votação em primeiro turno

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), candidato ao Governo de Minas Gerais, afirmou nesta quarta-feira (30) não ter sido convidado para a agenda do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pleiteia o Palácio do Planalto, em Montes Claros, na Região Norte do estado, na próxima sexta-feira (2).
Conforme a apuração da Itatiaia, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltará a Minas Gerais antes da votação em primeiro turno. A expectativa é que ele esteja acompanhado do empresário Flávio Roscoe (PL-MG), nome do Partido Liberal ao Executivo mineiro.
Durante uma caminhada no Mercado Central de Belo Horizonte, no Centro da capital mineira, o senador afirmou que não ficará neutro em um eventual segundo turno das eleições presidenciais. Ao longo da campanha, o parlamentar tem pregado um discurso em prol do "diálogo" com a Presidência da República, independente de quem seja eleito para o posto.
Quando questionado pela reportagem, o candidato declarou que irá votar em Flávio Bolsonaro, mas que o coração "é de todos".
No Mercado Central, Cleitinho conversou com eleitores, comerciantes e pediu votos. O senador, que lidera as principais pesquisas de intenção de voto, afirma torcer para que a disputa seja encerrada ainda em primeiro turno, no próximo domingo (4). "Se tiver segundo turno, eu só uso Fundo Eleitoral, mas outro vai usar. Candidato que parece santinho, que está com aquela cara de santo, mas eles se parecem com o diabo, então vamos acabar com isso agora", disse.
Jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais, com passagem anterior pela Rádio UFMG Educativa. Na Itatiaia, integra a cobertura da editoria de Política.
Repórter de política da Itatiaia, é jornalista formado pela UFMG com graduação também em Relações Públicas. Foi repórter de cidades no Hoje em Dia. No jornal Estado de Minas, trabalhou na editoria de Política com contribuições para a coluna do caderno e para o suplemento de literatura.




