Deputado quer incluir Confederações no Conselho de PPI do Governo Federal, grupo é composto apenas por ministros
Segundo o parlamentar, entidades do setor econômico como CNI, CNT, CNA e CNC precisam estar no debate sobre privatizações no Brasil

O deputado federal, Samuel Viana (PL-MG), apresentou uma emenda à Medida Provisória 1161/23, do Governo Lula, para incluir entidades do setor produtivo como a Confederação Nacional da Industria (CNI), Confederação Nacional da Agricultura (CNA) no Conselho do Programa de Parceria de Investimento (CPPI), com direito a voto. Na emenda, são como exemplo também a Confederação Nacional do Transporte (CNT) e Confederação Nacional do Comércio (CNC).
Vigora, atualmente, um decreto do presidente, publicado a partir da Medida Provisória que, para continuar valendo, precisará de autorização do parlamento. O documento determina a composição do conselho, formado por nove ministros: da Casa Civil, do Desenvolvimento Regional, da Fazenda, dos Transportes, de Minas e Energia, do Planejamento, do Meio Ambiente, das Cidades e dos Portos e Aeroportos. A MP vale por 60 dias e, se não for votada pelo Congresso, tem validade prorrogada por mais dois meses. Depois deste prazo, sem aval do parlamento, perde a validade.
O colegiado debate questões relacionadas às privatizações.
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.



