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Deputado cobra agilidade da PBH e Governo de Minas para início das obras da Linha 2 do metrô

Rogério Correia levou comissão da Câmara dos Deputados a área onde famílias vivem às margens da linha férrea

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O deputado federal Rogério Correia (PT) cobra da Prefeitura de Belo Horizonte e do Governo do Estado maior agilidade no processo de liberação para o início das obras do metrô da capital mineira. Como mostrou a Itatiaia nos últimos dias, a construção da Linha 2 depende da liberação de licença ambiental por parte da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad).

Por outro lado, famílias que vivem às margens da linha férrea precisam ser realocadas ou indenizadas para que as moradias possam ser demolidas.

O deputado, que integra a Comissão de Administração e Serviços Públicos da Câmara dos Deputados se reuniu, na última semana, com moradores que vivem nas áreas que serão desapropriadas e com a direção da Metrô BH, concessionária que venceu a licitação e será responsável por executar as obras.

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"Nossa ideia é dar agilidade ao processo para que o metrô não atrase ainda mais. Fizemos visita técnica oficial e vimos dois problemas. O primeiro é a licença ambiental: a secretaria ainda não conseguiu fazer o licenciamento e a empresa só entrou com isso em março", criticou.

"A segunda é que essas famílias tem o direito [a serem realocadas ou indenizadas] e esse recurso está dentro dos R$ 3,2 bilhões [que já foram repassados]. A empresa tem dinheiro para fazer a remoção, mas até hoje ninguém as tinha visitado por parte do poder público", afirmou.

"O ideal, principalmente para as famílias mais pobres, é que elas vão a outra casa já construída. A prfeitura pode ver o terreno e a empresa ir lá e construir. Se elas recebem um dinheiro, vamos chutar R$ 10 mil, R$ 15 mil, isso não dá para comprar uma casa. Ela vai viver de aluguel por um tempo e, depois, não tendo mais recurso para pagar o aluguel vai ficar sem casa ou arrumar outra área de ocupação ou morar na rua", afirma.

De acordo com Rogério Correia, agora, tanto a Câmara dos Deputados como a Câmara Municipal de Belo Horizonte devem realizar audiências públicas para debater o assunto.

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