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Defesa de Bolsonaro cita queda em novo pedido de prisão domiciliar a Moraes

O ex-presidente teve um traumatismo craniano leve após cair na cela onde está detido na Superintendência da PF de Brasília

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O ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado por tentativa de golpe de Estado
Jair Bolsonaro • Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A defesa de Jair Bolsonaro (PL) citou a queda que o ex-presidente sofreu na noite do último dia 6 ao protocolar um novo pedido de prisão domiciliar humanitária ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Os advogados alegam que o incidente altera as circunstâncias desde o último pedido por domiciliar, que foi negado por Moraes em 1º de janeiro.

"Nesse contexto, a prisão domiciliar não se apresenta como medida de conveniência ou favor, mas como única forma juridicamente adequada de compatibilizar a execução da pena com a preservação mínima da saúde e da vida do apenado, sob fiscalização rigorosa, monitoramento eletrônico e demais condições que Vossa Excelência entender necessárias", afirmam os advogados.

"A manutenção do Peticionário em ambiente prisional, após o evento ora narrado, transfere ao Estado um risco que já se mostrou concreto, expondo-o a responsabilidade objetiva por eventuais desfechos mais graves, plenamente previsíveis à luz dos laudos médicos ora anexados", acrescentam.

Bolsonaro teve um traumatismo craniano leve após cair na cela onde está detido na Superintendência da PF de Brasília.

Exames realizados pelo ex-presidente após a queda evidenciaram uma "densificação das partes moles na região frontal e temporal direita".

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