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Advogados de Bolsonaro citam Lula e pedem ao STF para arquivar inquérito das joias

Polícia Federal indiciou Bolsonaro e mais 11 pessoas por peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa no caso das joias; PGR ainda precisa se manifestar

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Jair Bolsonaro
Ex-presidente Jair Bolsonaro • Valter Campanato/Agência Brasil

Os advogados de Jair Bolsonaro (PL) recorreram ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta sexta-feira, pelo arquivamento do inquérito que o investiga por desvio de peças de luxo recebidas durante o mandato à frente da presidência da República. A análise da manifestação protocolada na Corte caberá ao ministro Alexandre de Moraes, que é relator do processo. A informação foi publicada pelo "Uol",

Se o ministro Alexandre de Moraes rejeitar o pedido, os advogados pedem, ainda, que o caso retorne à Justiça Federal em Guarulhos, em São Paulo, onde começou a investigação em primeira instância. A defesa quer impedir que a Procuradoria-Geral da República (PGR) atue no caso.

Sigilo quebrado. Moraes derrubou, no mês passado, o sigilo do caso das joias e deu um prazo de 15 dias para a PGR se manifestar sobre o inquérito concluído pela Polícia Federal (PF). O relatório final da investigação sugere o indiciamento de Bolsonaro e de outras 11 pessoas pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e apropriação de bens públicos.

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