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Proteína é essencial na dieta de cães e gatos e influencia o bem-estar

Nutriente participa da formação de músculos, imunidade e metabolismo, mas qualidade da fonte faz diferença

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Cachorro e Gato
especialistas recomendam que a alimentação seja sempre orientada por um médico-veterinário, considerando as características individuais de cada pet • Pexels

A proteína é um dos nutrientes mais importantes na alimentação de cães e gatos e tem um papel fundamental em diversas funções do organismo. Presente em todas as células do corpo, ela está ligada à formação muscular, ao funcionamento do sistema imunológico e à manutenção da saúde ao longo da vida animal.

Especialistas em nutrição veterinária explicam que o nutriente é formado por aminoácidos essenciais para o organismo. “As proteínas desempenham funções na formação de tecidos, hormônios e anticorpos”, explica o médico-veterinário Tadeu Richardson.

Mais do que o volume de proteína presente na dieta, veterinários destacam que a qualidade da fonte proteica é determinante para a saúde dos pets.

“Um alimento com proteína de alto valor biológico, geralmente de origem animal, terá melhor aproveitamento pelo organismo”, destaca Richardson.

De acordo com o especialista, isso impacta diretamente fatores como energia, manutenção muscular e até a digestibilidade do alimento. Além disso, cães e gatos têm necessidades diferentes.

Os felinos, por exemplo, são carnívoros estritos e dependem ainda mais da proteína animal para manter funções vitais.

Nutriente influencia na imunidade, crescimento e energia

A proteína também está associada à resposta imunológica e ao desenvolvimento dos animais, principalmente nas fases de crescimento, gestação e envelhecimento.

A Itatiaia listou os principais benefícios do nutriente:

  • Formação e manutenção de músculos e tecidos
  • Fortalecimento do sistema imunológico
  • Produção de enzimas e hormônios
  • Fornecimento de energia para o organismo

A necessidade de proteína varia conforme a idade, o porte e as condições de saúde do pet. Filhotes, por exemplo, demandam maior ingestão para crescimento, enquanto animais com doenças renais ou hepáticas podem precisar de ajustes na dieta.

Por isso, especialistas recomendam que a alimentação seja sempre orientada por um médico-veterinário, considerando as características individuais de cada pet.

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Jessica de Almeida é repórter multimídia e colabora com reportagens para a Itatiaia. Tem experiência em reportagem, checagem de fatos, produção audiovisual e trabalhos publicados em veículos como o jornal O Globo e as rádios alemãs Deutschlandfunk Kultur e SWR. Foi bolsista do International Center for Journalists.