Como dar vermífugo para cachorro sem estresse: dicas práticas para tutores
Misturar com alimentos e escolher a forma correta do medicamento estão entre as estratégias mais indicadas

Administrar vermífugos em cães ainda é um desafio para muitos tutores, principalmente quando a versão do produto é em comprimido. Mas, segundo orientações veterinárias, existem formas simples de tornar esse momento mais tranquilo e eficaz.
Uma das estratégias mais recomendadas é esconder o comprimido em alimentos que o cão goste, como patês, ração úmida ou até pequenas porções de alimentos seguros.
“Uma dica simples é camuflar o vermífugo com alimentos que o seu cachorro goste”, reforça material técnico do portal Vet Plus.
Os comprimidos podem ser camuflados no meio da ração seca e de sachês, ou até mesmo tratados como um petisco. Também é comum o uso de pasta de amendoim sem açúcar ou pedaços de queijo, desde que em pequenas quantidades e sem alterar a dose do medicamento.
Nem todo cão aceita comprimidos e isso não é um problema. Hoje, há diferentes apresentações disponíveis. A Itatiaia listou alguns deles, confira:
- Comprimidos (podem ser escondidos em alimentos)
- Líquidos (administrados com seringa)
- Pastas orais (mais fáceis para filhotes)
- Pipetas (aplicação tópica, em alguns casos)
A escolha deve sempre considerar o perfil do animal e ser guiada por um médico-veterinário.
Atenção à dose e ao protocolo
Especialistas alertam que não basta conseguir administrar o remédio, mas também seguir corretamente a dosagem e o calendário. “Apenas um profissional poderá indicar a dose ideal e a frequência mais adequada para cada animal”, reforça a orientação técnica da plataforma Petlove.
Além disso, pesar o animal antes da administração evita erros que podem comprometer a eficácia ou causar efeitos indesejados.
Apesar das dicas práticas, o uso de qualquer medicamento deve ser orientado, pois vermífugos incorretos ou doses inadequadas podem trazer riscos à saúde do pet.
Jessica de Almeida é repórter multimídia e colabora com reportagens para a Itatiaia. Tem experiência em reportagem, checagem de fatos, produção audiovisual e trabalhos publicados em veículos como o jornal O Globo e as rádios alemãs Deutschlandfunk Kultur e SWR. Foi bolsista do International Center for Journalists.



