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Angelo Oswaldo atribui cortes à queda na receita e garante subsídios e serviços essenciais

Prefeito cita queda nos repasses do ICMS e encerramento de atividade de mineração entre os fatores que levaram à contenção de gastos

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Em declaração à Itatiaia, na manhã desta sexta-feira (11), o prefeito de Ouro Preto, Ângelo Oswaldo (PV), atribuiu a redução de investimentos e despesas do município à queda na arrecadação. Segundo ele, a contenção pode chegar a 30% e foi adotada para preservar o equilíbrio das contas públicas.

A declaração repercute o decreto publicado na quarta-feira (9), que determinou medidas de redução de gastos, limitação de empenhos e restrições a novas contratações até o fim de 2026.

De acordo com Angelo Oswaldo, a situação financeira foi afetada principalmente pela queda nos repasses do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e pelo encerramento das atividades de uma importante mina na região.

Apesar das restrições, o prefeito afirmou que a administração não está paralisada e que programas considerados essenciais serão mantidos. Entre eles estão os subsídios ao transporte coletivo e ao abastecimento de água, além do apoio financeiro à Santa Casa de Misericórdia.

Angelo Oswaldo também declarou que a Prefeitura paga mais de R$ 2 milhões por mês em dívidas deixadas por administrações anteriores. Segundo ele, o município ainda conta com emendas parlamentares e recursos de parcerias com o governo federal para garantir a continuidade de obras e projetos.

Ao comentar a repercussão do decreto, Angelo Oswaldo também criticou o que chamou de “notícias alarmistas” sobre as finanças municipais e relacionou essas publicações à redução dos gastos da Prefeitura com publicidade.

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Bruna Truocchio é repórter da Rádio Itatiaia Ouro Preto e apresentadora do jornal local. Formada em Jornalismo pela Universidade Estácio de Sá, tem pós-graduações em Filosofia e Marketing Digital.

 

 

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