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Zelenski compara guerra na Ucrânia à Independência dos EUA e reforça pedido de apoio militar

Zelenski afirmou que a Ucrânia enfrenta o conflito com 'a mesma esperança, o mesmo objetivo e a mesma determinação'

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Presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski • Arquivo

O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, comparou neste sábado (4) a guerra contra a Rússia à Guerra da Independência dos Estados Unidos, travada há 250 anos, durante mensagem divulgada em comemoração ao aniversário da declaração de independência das treze colônias britânicas da América do Norte.

Em publicação nas redes sociais, Zelenski afirmou que a Ucrânia enfrenta o conflito com "a mesma esperança, o mesmo objetivo e a mesma determinação" demonstrados pelos norte-americanos na luta por sua independência. "A Ucrânia está lutando por sua independência, liberdade e pelo direito do nosso povo à felicidade com a mesma esperança, o mesmo objetivo e a mesma determinação com que os americanos conquistaram e defenderam sua própria independência", declarou.

O presidente ucraniano também destacou o apoio militar fornecido pelos Estados Unidos desde o início da guerra. Ele citou os mísseis antitanque Javelin, cuja entrega à Ucrânia foi autorizada durante o primeiro mandato do presidente Donald Trump, e os sistemas de defesa aérea Patriot, considerados fundamentais para proteger a população contra ataques russos.

"As armas americanas, desde os Javelins que o presidente Donald Trump decidiu fornecer à Ucrânia até os Patriot, que melhor protegem a vida do nosso povo, são uma prova da força do espírito americano, da determinação americana e da tecnologia americana", afirmou. Zelenski ainda ressaltou que Ucrânia e Estados Unidos compartilham valores presentes na Declaração de Independência americana e disse que esses princípios unem os dois países.

Segundo ele, o pedido por novos sistemas Patriot está fundamentado na defesa da vida e da liberdade. "Conhecemos o valor dessas palavras melhor do que qualquer outro. Quando solicitamos mísseis Patriot aos Estados Unidos, acreditamos que os valores de respeito à vida e ao povo, que se impuseram há 250 anos, se imporão novamente hoje", disse. Ao encerrar a mensagem, o presidente renovou o apelo para que Washington mantenha o apoio militar à Ucrânia. "O mundo precisa do tipo de liderança que ofereça proteção à liberdade e à vida", concluiu.

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