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Trump diz que 'não houve avanço' em ligação com Putin após ataque russo à Ucrânia

O governo russo declarou, na sexta-feira (5), que não seria “possível” alcançar os objetivos na Ucrânia por meios diplomáticos

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Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.  • Gage Skidmore / Flickr

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Rússia "só quer continuar matando" e alertou sobre a possibilidade de impor novas sanções ao país, após Moscou realizar o maior ataque com drones e mísseis contra a Ucrânia desde o início da guerra, em 2022.

Na última sexta-feira (4), durante as comemorações do Dia da Independência dos EUA, Trump declarou estar muito "descontente" após uma ligação com o presidente russo, Vladimir Putin. "Ele quer ir até o fim, simplesmente seguir matando pessoas. Isso não é bom", disse o republicano a bordo do Air Force One. De acordo com Trump, durante a conversa, os dois discutiram sobre as sanções, as quais Putin estaria ciente de que poderiam ser aplicadas.

Após a ligação com Trump, a Rússia lançou um bombardeio noturno, descrito pela aviação ucraniana como o maior ataque aéreo desde o início das ofensivas, com 550 drones e mísseis disparados.

O governo russo declarou que "não é possível" alcançar seus objetivos na Ucrânia por vias diplomáticas.

Sem avanços

Trump reconheceu que a ligação com Putin, por outro lado, também não resultou em "nenhum avanço" para a resolução do conflito.

Durante a conversa, Putin teria sido firme e reafirmado que a Rússia não renunciaria a seus objetivos no território ucraniano.

Entre as exigências do país russo estão a cessão, por parte da Ucrânia, de regiões ocupadas — além da Crimeia — e a renúncia formal à adesão à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

*** Com informações de AFP.

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Jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais, com passagem anterior pela Rádio UFMG Educativa. Na Itatiaia, integra a cobertura da editoria de Política.

 

 

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