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Policiais de Londres rejeitam porte de armas após acusação de homicídio

A maioria dos 34 mil policiais de Londres trabalha desarmada; os que portam armas estão preocupados consequência de processos  

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Vários policiais londrinos renunciaram ao porte de armas após a acusação por assassinato de um colega, que matou um jovem negro há um ano.
Vários policiais londrinos renunciaram ao porte de armas após a acusação por assassinato de um colega, que matou um jovem negro há um ano. • Pixabay

Vários policiais londrinos renunciaram ao porte de armas após a acusação por assassinato de um colega, que matou um jovem negro há um ano. 

O policial acusado foi levado à Justiça na quinta-feira pelo assassinato de Chris Kaba, de 24 anos. Kaba, que estava desarmado, foi morto pelo disparo de um policial no sudoeste de Londres em 5 de setembro. 

Segundo a polícia, a placa do carro de Kaba foi detectada por uma câmera que indicava que se tratava de um veículo relacionado a um incidente com arma de fogo. 

A maioria dos 34 mil policiais de Londres trabalha desarmada. Dos que portam armas, "muitos estão preocupados" com as possíveis consequências destes processos, disse um porta-voz da Scotland Yard. 

"Um certo número de oficiais" decidiu renunciar à sua licença de porte de arma "para ter tempo de refletir sobre sua posição", continuou o porta-voz. 

Segundo a BBC, seriam mais de 100 agentes.

Policiais londrinos renunciam a porte de armas após acusação de homicídio

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