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Patroa é suspeita de ter matado brasileira em Portugal, afirma família

Suspeita está presa desde a última sexta (19); ela teria sido a pessoa que levou a Polícia Judiciária até o local do crime

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Lucinete Freitas, de 55 anos, foi encontrada morta em Amadora, cidade próxima a Lisboa
Lucinete Freitas, de 55 anos, foi encontrada morta em Amadora, cidade próxima a Lisboa. • Reprodução

A família da babá Lucinete Freitas, de 55 anos, mulher encontrada morta na última quinta-feira (18) em Portugal, afirma que a patroa da vítima é suspeita de ter assassinado a brasileira. A informação foi divulgada pela CNN Brasil.

A patroa de 43 anos, também brasileira, foi presa nessa sexta-feira (19). Ela está sendo investigada pelo crime de homicídio com as qualificadoras de profanação, que é quando há um desrepeito ao corpo da vítima e ocultação de cadáver.

A mulher teria sido a pessoa que levou a Polícia Judiciária de Portugal (PJ) até o local do crime. Ainda de acordo com a CNN, a família da vitima informou que a patroa teria jogado o celular de Lucinete fora depois de visualizar mensagens trocadas entre a doméstica e o marido.

Relembre o caso 

Lucinete estava desaparecida desde a noite do dia 5 de dezembro. O último contato da mulher foi por mensagens com o marido, José Teodoro, de 41 anos, que estava no Brasil. Segundo informações divulgadas pelo “Portugal Giro”, ela trabalhava como babá em Amadora, cidade próxima a Lisboa.

Antes de desaparecer, Lucinete teria informado à família que viajaria para visitar um imóvel no Algarve, região litorânea de Portugal, localizada a cerca de 200 km de Lisboa. Porém, depois disso, deixou de responder a mensagens e ligações.

O desaparecimento foi comunicado às autoridades portuguesas pelos empregadores da brasileira. De acordo com a PJ, os investigadores conseguiram localizar o corpo da mulher, que havia sido deixado no local do crime, em uma zona erma e com mata, coberto com objetos para dificultar a identificação.

O marido de Lucinete segue no Brasil no Brasil, no estado do Ceará, com o filho adolescente. Ele tentou viajar a Portugal para acompanhar de perto as investigações, mas afirmou enfrentar dificuldades relacionadas à liberação de passaporte, custos da viagem e questões migratórias.

*Com CNN Brasil

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Estudante de jornalismo pela PUC Minas, Júlia Melgaço trabalhou como repórter do caderno de Gerais no jornal Estado de Minas. Também já passou por veículos de rádio e televisão. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e Mundo.

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Jornalista graduada na PUC Minas. Trabalhou como repórter do caderno Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, produziu conteúdos para as editorias Turismo, Gastronomia e Emprego/ Concursos. Atualmente, colabora com as editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo.