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Mulher descobre objeto médico do tamanho de um prato dentro da barriga após nascimento do filho 

Mulher desconfiou que havia algo errado depois de sentir uma dor muito forte e procurar o pronto-socorro

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Mulher desconfiou que havia algo errado depois de sentir uma dor muito forte
Mulher desconfiou que havia algo errado depois de sentir uma dor muito forte • Google Maps

Uma mulher de 20 anos sentiu uma dor muito forte e descobriu que um objeto médico do tamanho de um prato foi esquecido dentro da barriga dela, após nascimento do filho. A descoberta aconteceu após 18 meses do nascimento do filho, por cesariana, conforme relatório divulgado nessa segunda-feira (4) pelo Comissário de Saúde e Deficiência da Nova Zelândia, Morag McDowell.

Há três anos, a mulher precisou fazer uma cirurgia devido a complicações na gravidez. Após o procedimento, ela relatou fortes dores crônicas durante meses após o nascimento do filho, quando os médicos descobriram que um "afastador de feridas Alexis" – dispositivo tubular redondo e macio usado para recuar as bordas de uma ferida durante uma cirurgia. O material foi deixado acidentalmente dentro da mulher, após a operação.

A mulher reclamou diversas vezes da dor ao médico e em uma ocasião chegou a ir para o pronto-socorro do Hospital Auckland, na maior cidade da Nova Zelândia. As informações são do NBC News.

“Reconheço o estresse que esses eventos causaram à mulher e à sua família. A mulher experimentou episódios de dor durante um período significativo de tempo após a cirurgia, até que o AWR foi removido em 2021”, disse McDowell no relatório.

O relatório detalha como um afastador de ferida grande foi usado durante a operação de cesariana, mas o cirurgião decidiu que era muito pequeno e pediu uma versão extragrande.

Foi esse segundo dispositivo, maior, que foi deixado dentro do paciente e só foi descoberto após uma tomografia computadorizada, mais de um ano depois.

Mike Shepard, diretor de operações do grupo Te Whatu Ora em Auckland, disse em comunicado à mídia: “Gostaria de dizer o quanto lamentamos o que aconteceu com a paciente e reconhecer o impacto que isso terá tido sobre ela e seu whānau [família]. Por razões éticas e de privacidade, não podemos comentar os detalhes do atendimento individual ao paciente.

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Jornalista graduada em 2005 pelo Centro Universitário Newton Paiva, com experiência em rádio e televisão. Desde 2022 atua como repórter de cidades na Itatiaia.