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Israel anuncia ter matado o ministro da Inteligência do Irã

Ministro da Defesa do país anunciou a morte do chefe iraniano, um dia após a confirmação da morte do comandante da Defesa do país, Ali Larijani

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Motoristas trafegam por uma via expressa enquanto colunas de fumaça se elevam após um ataque em Teerã, em 5 de março de 2026
Ataques em Teerã • AFP

O ministro da Inteligência do Irã, Esmail Khatib, foi morto nesta quarta-feira (18) em um ataque israelense, informou o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz. A ação ocorre um dia após a confirmação da morte do chefe de Segurança do Irã, Ali Larijani.

"Na noite passada, o ministro de Inteligência do Irã, Khatib, também foi eliminado", disse Katz em comunicado.

"Autorizei as Forças de Defesa de Israel a neutralizar qualquer alto funcionário iraniano assim que surgir uma oportunidade operacional e de inteligência, sem necessidade de aprovações adicionais", disse o ministro.

Katz completou dizendo que os ataques no Irã estão "subindo de nível". "Estamos em uma etapa decisiva", disse.

Segundo o exército israelense, Khatib havia "desempenhado um papel significativo durante os recentes protestos no Irã, tanto no que diz respeito à detenção e ao assassinato de manifestantes quanto à definição da avaliação de inteligência do regime".

"Além de suas atividades direcionadas contra o Estado de Israel, Khatib liderou as atividades terroristas do Ministério da Inteligência contra alvos israelenses e americanos em todo o mundo", acrescentou.

Israel, em conjunto com os Estados Unidos, seguem à procura do novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei. Não se sabe o paradeiro dele desde que ele assumiu o cargo que era do pai, Ali Khamenei.

Ataques no Irã

Os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã começaram no dia 28 de fevereiro. Segundo o presidente Donald Trump, o objetivo era acabar com a “ameaça” iraniana. Em um dos ataques, o aiatolá Ali Khamenei foi morto.

Em retaliação, o Irã realiza ataques a todo o Golfo Pérsico. Mais de 2 mil pessoas morreram desde o início do conflito.

*Com AFP

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Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.