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Estados Unidos não querem Israel em combate com Irã, dizem fontes

Fontes revelam o desejo de Israel de retaliação e a negação dos Estados Unidos

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Estreito de Ormuz
Imagem ilustrativa do Estreito de Ormuz • AFP

Os Estados Unidos não desejam o envolvimento de Israel em possíveis combates contra o Irã, conforme afirmam fontes israelenses. A decisão americana ocorre após a troca de ataques entre os dois países que resultou no fim de um acordo de cessar-fogo, e teria como objetivo evitar a perda de controle sobre o conflito. O acordo de cessar-fogo havia sido encerrado, e Israel demonstrava grande interesse em participar das ações.

"O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu realmente gostaria de participar dos ataques dos EUA, mas os EUA não querem Israel envolvido neste momento", disse uma das fontes. Porém, um funcionário do governo americano refutou a informação, classificando-a como "notícia falsa". Ele ressaltou que os Estados Unidos mantêm "uma relação sólida com Israel, que contribuiu para o sucesso retumbante das operações Midnight Hammer e Epic Fury. Continuamos em estreita coordenação com nossos parceiros israelenses".

Apesar da postura americana, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou nesta quinta-feira (9) que as FDI (Forças de Defesa de Israel) estavam prontas para retomar a guerra contra o Irã, mesmo que precisassem agir sozinhas.

"As FDI estão em alerta máximo e preparadas para retomar a campanha para eliminar ameaças — mesmo que pela terceira vez", afirmou Israel Katz durante a cerimônia de formatura de pilotos. "Se tivermos de voltar, voltaremos com força ainda maior", adicionou.

Contudo, outra fonte israelense indicou que a avaliação predominante em Israel é que o presidente Donald Trump não deseja um retorno a uma guerra em larga escala. A expectativa é que, no máximo, ele estaria disposto a restabelecer o bloqueio naval aos portos iranianos.

 

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