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Luigi Mangione é acusado de 'ato de terrorismo' após matar CEO nos EUA

Outra audiência deve ser realizada nesta quinta-feira (19) para decidir se Mangione será ou não extraditado para Nova York

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Luigi Mangione foi preso no ano passado • Reprodução/ Redes sociais

Além de ser indiciado por homicídio doloso, Luigi Mangione recebeu uma acusação de assassinato em segundo grau como 'ato de terrorismo'. A sentença foi comunicada nessa terça-feira (17).

"A intenção era semear o terror", afirmou o promotor público de Nova York, Alvin Bragg, à BBC. Ele disse, ainda, que o tiroteio foi um "assassinato assustador, bem planejado e direcionado".

Assassinato de CEO e prisão

Mangione é o principal suspeito de ter matado Thompson a tiros em frente a um hotel de luxo em Nova York, onde acontecia uma conferência da empresa. O CEO era um ‘alvo do ataque descarado direcionado’. A polícia suspeita de que ele tenha cometido o crime devido a uma lesão na coluna ‘que mudou sua vida para sempre’.

O suspeito foi preso em um McDonald’s em Altoona, na Pensilvânia, portando uma arma parecida com a usada no crime e um silenciador. A arma foi produzida de forma caseira e não tem número de série, o que pode dificultar as investigações sobre como ele teve acesso a ela.

No momento em que foi abordado, Luigi demonstrou nervosismo e começou a tremer. Além da arma, ele portava documentos falsos que usou para se hospedar em um albergue antes de cometer o crime.

Quem é Luigi Mangione

O rapaz, de 26 anos, nasceu e foi criado em Maryland, e também passou por São Francisco, na Califórnia, segundo o chefe de detetives de Nova York, Joseph Kenny. O último endereço registrado de Mangione era Honolulu, no Havaí.

Luigi é ex-aluno da Ivy League, uma conferência de oito universidades estadunidenses, se dizia anticapitalista e fazia parte de um manifesto que listava queixas contra o setor de saúde. Se formou na Universidade da Pensilvânia em ciência da computação e fundou um clube de desenvolvimento de videogames.

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Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.

 

 

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