IEF lança edital para gestão do Parque Estadual do Rio Doce, em Minas Gerais

Contrato terá vigência de cinco anos e prevê investimento de aproximadamente R$ 50 milhões

O Instituto Estadual de Florestas (IEF) publicou edital para seleção de entidade sem fins lucrativos para gestão do Parque Estadual do Rio Doce, localizado nos municípios de Dionísio, Marliéria e Timóteo, no Vale do Aço, em Minas Gerais. As propostas devem ser enviadas até o dia 4 de março de 2026.

O contrato de gestão terá vigência de cinco anos, com previsão de início em junho deste ano e celebração em 25 de maio. O investimento total será de aproximadamente R$ 50 milhões, sendo que R$ 20 milhões serão destinados a obras de reforma e revitalização das estruturas do parque.

Segundo o edital, a entidade selecionada deverá executar ações para “conservação dos recursos naturais e dos valores fundamentais do parque, ampliar a capacidade gerencial e operacional da unidade de conservação e promover sua sustentação e legitimação social”.

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Requisitos e critérios de avaliação

As entidades interessadas devem ter experiência mínima comprovada de dois anos, nos últimos cinco anos, em áreas relacionadas ao objeto do contrato. Além disso, é preciso que a organização seja qualificada como Organização Social, conforme o Decreto nº 47.553/2018.

A seleção considera critérios como capacidade gerencial e operacional, experiência na administração de recursos públicos e capacidade técnica.

Parque Estadual do Rio Doce

O Parque Estadual do Rio Doce foi a primeira unidade de conservação criada em Minas Gerais e abriga a maior área contínua de Mata Atlântica preservada no estado.

A unidade de conservação é cortada pelos rios Doce e Piracicaba, além de contar com lagoas naturais. O parque tem árvores centenárias, rica biodiversidade e espécies raras e ameaçadas de extinção.

Formada em Jornalismo pela Puc Minas, Paula Arantes produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil, Mundo, Orações e Entretenimento no portal da Itatiaia. Atualmente, colabora com a editoria Meio Ambiente. Antes, passou pelo jornal Estado de Minas.

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