Caso Phormar: empresa solicita extensão ao Procon de Juiz de Fora para apresentação de informações materiais
Proprietário alegou não conseguiria cumprir prazo porque documentos necessários foram apreendidos pela Polícia Civil, que também apura o caso

A Phormar Eventos solicitou à Agência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Juiz de Fora a extensão do prazo para apresentar as informações solicitadas para a apuração do risco de “calote” geral em fundos de formatura.
Na resposta protocolada nesta quinta-feira (12), a empresa alega que necessita de mais prazo porque determinados acessos e materiais estão apreendidos na investigação da Polícia Civil (PCMG). Horas antes, o responsável pela empresa compareceu ao setor para prestar explicações sobre a investigação preliminar e indicou inviabilidade em prestar informações materiais de processo civil corrente.
De acordo com o Procon, após a liberação dos materiais pela PCMG, a Phormar terá dez dias para apresentação da quantidade de contratos ativos com fundos de formatura com especificação dos contratos e dos fundos, identificação dos contratos em que teve movimentações não autorizadas, informação do total que se encontra pendente de restituição aos fundos, da forma de pagamento e do prazo para restituições de valores.
Caso o consumidor tenha problemas ou note irregularidades em contratos ou prestações de serviço no mercado de consumo, deve acionar o Procon pelos telefones (32) 3690-7610 e (32) 3690-7611, presencialmente na sede da agência, localizada na Avenida Itamar Franco, 992, no Centro, ou pelo Prefeitura Ágil.
Saiba mais sobre o caso Phormar:
- Proprietário vai ao Procon prestar esclarecimentos sobre situação da empresa
- Delegado e dono de empresa se pronunciam sobre contratos da Phormar
- PCMG explica andamento da apuração de denúncias contra empresa de formaturas
- Polícia Civil e Procon investigam empresa por não realizar formaturas em Juiz de Fora
Apuração em andamento na Polícia Civil
Em coletiva de imprensa nesta quarta (11), o delegado responsável pelo caso, Samuel Neri, explicou o andamento das investigações do caso Phormar. Até o momento, serão analisados cerca de 150 contratos, com montante que varia de R$ 10 milhões a R$ 12 milhões.
As investigações continuam. Na coletiva foi anunciado que os contratos pendentes serão cumpridos porque o Grupo Vision, de Montes Claros, firmou parceria com a Phormar e vai assumir a gestão financeira e administrativa, gerenciando a organização e o andamento dos contratos firmados.
Désia Souza é jornalista pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), onde também cursou pós graduação em “Mídia e Cidadania” e mestrado em “Comunicação e Poder”. É coordenadora de jornalismo na Itatiaia Juiz de fora, onde também atua como âncora e repórter.
Natural de Juiz de Fora, jornalista com graduação e mestrado pela Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Experiência anterior em Rádio, TV e Internet. Gosta de esporte, filmes e livros. Editora Web na Itatiaia Juiz de Fora desde 2023. Tricampeã na categoria Web/Mídias Digitais no Prêmio Oddone Turolla de Jornalismo, do Sindicomércio JF.
Mayara Fernandes é natural de Juiz de Fora, graduanda em jornalismo pela Faculdade de Comunicação da UFJF. Gosta de ver filmes e ler livros. Estágiaria Web e Design Gráfico em Juiz de Fora desde abril de 2024.





